É noite quando fecho os olhosestou me caminhandotrilhando-me em direção à uma gênese imaginária mas ainda não sou pósou barrosou fardoàs vezes camadas de silênciosubsolos de introspecçãoe buscas e buscase buscas o homem se perdeuem algum lugar que ninguém quer encontrar estava procurandomas pareipareiparei meu deuspareiporque perdi a
requienm
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... não há espaço as reticências tomaram-me .... estou lasso de ser humano
Ja, das bin ich! renovado, eu diria. renovado. tempos não faço meus exercícios poéticos com seriedade, mas não estou sério para tanto. são dias de encontros e despedidas. um grande amice se vai, uma namorada é descoberta dentro dos próprios olhos. é...nada mais a não ser reticências. estou feliz, embora incomodado pelo fluxo inalteráve
Ela escreve como se fosse a última vez. a última distância. os hemisférios se tornaram outros. não há luz aqui. só gelo, neve e uma lembrança. não quero que seja o meu espelho. nãoq uero que seja a minha ida ainda estando. mas ela escreve como se fosse a última vez. e tudo se torna um simulacro, uma torpe dicotomia do eu partindo.
Bandeira sempre soube o que escrever. não diria que ele escreve para mim, mas diria que sou mais um dos que nada diz diante de suas verdades irrefutáveis. arte de amar se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma. a alma é que estraga o amor. só em deus ela pode encontrar satisfação. não noutra alma. só em deus ou fora do mundo
Não existe sensação mais forte. estado de espírito mais instintivo, mais objetivo e cego do que esse. não, não existe. não existe força seletiva maior. algo que te apaga para os outros seres. que te furta a luz, o tato, o calor do corpo. não não existe nada que justifique tudo isso. os sentimentos idealizados, aquilo que vem conceituado n
É preciso comemorar, por mais que eu me sinta estranho. é preciso comemorar porque, no fim, eu encontro meu rosto sorrindo sobre a cama. comemorar pois estamos dormindo e tudo parece inofensível assim. comemorar porque eu a amo e porque ainda quero comemorar tantas vezes. 3 anos e meio, algumas certezas, uma dúvida nova e mais 3 anos e meio pel
Acho que encontrei em mim uma daquelas melancolias adormecidas. o bom de escrever em um blog francês é essa certeza do anonimato. da perda semitotal. não sou francês. melhor assim. dizem que eles não tomam banho.mas o que eu disse mesmo? ah, sim! acho que a encontrei. estava ali, meio que escondida. como uma voz que se esconde sob uma coberta.
É sempre assim. é sempre um ciclo. sempre uma morte. sempre uma sobrevida. sobrevem. intensifica. se perde. se esvai. irrita como próclises em início de frases. depois volta reclamando. e eu...eu sempre volto. dias, semnas, meses sem escrever nada e, em um desses lapsos entre a inércia e o vazio, ponho-me a digitar sem parar levado por uma mú
Apenas sepultando num desabafo desses que se faz na certeza daquilo que já foi e não volta. não é estranho ter medo? não, não é. se tem medo disso, daquilo e isso não te torna menos capaz. eu tenho medo e continuo. continuo porque o medo rejeita, mas eu não quero rejeitar. quero aceitar. quero seguir, quero ser, quero ver o que vai além d