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Ribadave

à espera de partir!
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Categorie : Littérature, BD & Poésie

LA LIMITE

O café 'La Limite' em Bruxelas, pequenas histórias...que podem ser grandes!
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Ribadave

Estórias do "rapaz" de Ribadave que se tornou Poeta Universal
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Categorie : Littérature, BD & Poésie

Articles à découvrir

O homem (2)

No palco da comédia humana existem sábios e insensatos, justos e ímpios. penso que o homem, animal racional, não é, jamais, nem exclusivamente animal nem puramente racional; a ideia não se pode estremar completamente da sensação, como também esta se não pode degradar ao ponto de lhe serem negados quaisquer vislumbres de idealidade. as var

Deus

Deus existe porque o homem ése o homem se finadeus desaparecepara que deus prevaleçatem o homem que existirpara que haja verdadeé necessário mentir?

Boa noite companheiros de solidão

5 boa noite companheiro de solidão. não tenho sono, estou com frio e encontro-me só. comigo não há cão, gato ou canário com quem possa desabafar. coloquei uma camisola sobre os ombros e uma manta sobre os joelhos. calcei outras peúgas sobre as que calçado tinha. está muito frio, não consigo dormir e preciso falar. não vou dizer que dia

Deus existe

Deus existe deus existe porque o homem é. se o homem se fina deus desaparece. para que deus prevaleça tem o homem que existir. para que haja verdade é necessário mentir ?

Amêndoa amarga 3

2 estavamos em 1975. a revolução de abril continuava nas fábricas, nas empresa, por todo o lado, o pandemónio revolucionário fazia fervilhar as mentes. o povo andava contente. os novos partidos políticos tentavam organizar-se à luz do novo sistema constituido. por mim, lia o mais possível, comprei o livro, “os quatro ismos”, (penso que

Rio rovuma

Fui casado, a pécora deu-me dois filhos que posteriormente, depois de trinta e três anos, me roubou. estou só, terrívelmente só. ninguém me telefonou, ninguém. apenas o tenho a si, por isso lhe conto, contos... da minha vida. não quero que tenha pena de mim. ainda sou um “comando” e sei como sobreviver. por favor... sorria! exactamente,

O tambor

O tambor neste desalento / neste viver desencantado / existe o grito lancinante de todo um povo desesperado. / que se ludibrie a criança /para lhe evitar traumatismos / dizendo-lhe que b é a / e que o contrário será / o que a ou b quiser / ainda vá que não vá... / agora ludibriar o povo fazendo dele um tambor / só porque a riqueza da terra

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“a dez de janeiro de 1977 nasceu o meu menino, o meu príncipe. normalmente, eu apelidava a minha companheira por “nina”, mas a partir daquele dia, principiei a chamar-lhe “mamã”. achava que aquele termo, “mamã” caía bem, e era o bom momento para começar a fazê-lo. ela achou graça... e assim ficou. todavia, quando comecei a dize

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Cooperativas a casa em que vivo e onde obrigado sou a habitar é desconfortável, fria, húmida e doentia. a roupa que me cobre e que os meus filhos agasalha está fora de moda e já bastante coçada. o inverno vai forte. a chuva é pesada e quando não chove faz um frio de matar. trabalho a contrato numa empresa específicamente criada para cuidar

Aqui portugal

Em 1978, tinha trinta e dois anos, editei uma coordenação politico-social sobre os acontecimentos, ao tempo vividos em moçambique. um livro em bom formato, com 310 páginas e 50 linhas por página, com uma primeira tiragem de cinco mil exemplares, em que investi dois anos de esforços, no intuito de mostrar a realidade a que em moçambique assis