No palco da comédia humana existem sábios e insensatos, justos e ímpios. penso que o homem, animal racional, não é, jamais, nem exclusivamente animal nem puramente racional; a ideia não se pode estremar completamente da sensação, como também esta se não pode degradar ao ponto de lhe serem negados quaisquer vislumbres de idealidade. as var
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Deus existe porque o homem ése o homem se finadeus desaparecepara que deus prevaleçatem o homem que existirpara que haja verdadeé necessário mentir?
5 boa noite companheiro de solidão. não tenho sono, estou com frio e encontro-me só. comigo não há cão, gato ou canário com quem possa desabafar. coloquei uma camisola sobre os ombros e uma manta sobre os joelhos. calcei outras peúgas sobre as que calçado tinha. está muito frio, não consigo dormir e preciso falar. não vou dizer que dia
Deus existe deus existe porque o homem é. se o homem se fina deus desaparece. para que deus prevaleça tem o homem que existir. para que haja verdade é necessário mentir ?
2 estavamos em 1975. a revolução de abril continuava nas fábricas, nas empresa, por todo o lado, o pandemónio revolucionário fazia fervilhar as mentes. o povo andava contente. os novos partidos políticos tentavam organizar-se à luz do novo sistema constituido. por mim, lia o mais possível, comprei o livro, “os quatro ismos”, (penso que
Fui casado, a pécora deu-me dois filhos que posteriormente, depois de trinta e três anos, me roubou. estou só, terrívelmente só. ninguém me telefonou, ninguém. apenas o tenho a si, por isso lhe conto, contos... da minha vida. não quero que tenha pena de mim. ainda sou um “comando” e sei como sobreviver. por favor... sorria! exactamente,
O tambor neste desalento / neste viver desencantado / existe o grito lancinante de todo um povo desesperado. / que se ludibrie a criança /para lhe evitar traumatismos / dizendo-lhe que b é a / e que o contrário será / o que a ou b quiser / ainda vá que não vá... / agora ludibriar o povo fazendo dele um tambor / só porque a riqueza da terra
“a dez de janeiro de 1977 nasceu o meu menino, o meu príncipe. normalmente, eu apelidava a minha companheira por “nina”, mas a partir daquele dia, principiei a chamar-lhe “mamã”. achava que aquele termo, “mamã” caía bem, e era o bom momento para começar a fazê-lo. ela achou graça... e assim ficou. todavia, quando comecei a dize
Cooperativas a casa em que vivo e onde obrigado sou a habitar é desconfortável, fria, húmida e doentia. a roupa que me cobre e que os meus filhos agasalha está fora de moda e já bastante coçada. o inverno vai forte. a chuva é pesada e quando não chove faz um frio de matar. trabalho a contrato numa empresa específicamente criada para cuidar
Em 1978, tinha trinta e dois anos, editei uma coordenação politico-social sobre os acontecimentos, ao tempo vividos em moçambique. um livro em bom formato, com 310 páginas e 50 linhas por página, com uma primeira tiragem de cinco mil exemplares, em que investi dois anos de esforços, no intuito de mostrar a realidade a que em moçambique assis